Imediata de novo? Yes, de novo! Este projeto parece mesmo viver em uma metamorfose ambulante meio seixasniana, intercalando algumas fases que são bastante significativas para o universo feminino, para o nosso universo, pelo menos. Nasceu como projeto de conclusão de graduação láaaaaaa em 1999, ainda como proposta de um projeto de uma revista impressa, que preencheria uma lacuna no mercado editorial para um público focado em mulheres de 20 anos, nada da comportada revista Claudia, nem da ninfomaníaca Nova ou Marie Claire. De um projeto impresso transformou-se em site adequando-se à realidade financeira de três quase formandas, eu Cintia Teixeira e Renata Nymberg. O site era divertidíssimo, que pena que não guardamos os arquivos, foram registros bem interessantes, como por exemplo, o show da Gretchen (à moda antiga! Dá pra imaginar?). Vinte anos. Recém-formadas. Muitos projetos. Muitas possibilidades. Vida amorosa instável. O mundo era nosso. ...
Olá, garota! E aí, curtindo um pouquinho desta loucura toda? Quem está bem normal da cabeça aí levanta a mão. Então, um dia desses fui espairecer um pouco de tudo isso e vi um post no canal Hooponopono no Instagram que me chamou a atenção. Falava dessa coisa louca da nossa sociedade de colocar ordem e idade em tudo, de ter combinado (sem o nosso consentimento) que encontraríamos nossos caminhos profissionais e amorosos aos vinte. (justamente aos vinte, quando ainda nada faz sentido em nossa mente!). Daí fica a pergunta: por que não descobrir seu caminho apenas aos 30, seu amor aos 40, seu propósito aos 50? Por que um rolo compressor passa em cima das expectativas de cada uma de nós? Você já viu o filme “Os homens são de Marte...e é pra lá que eu vou”. É engraçadinho, né? E também muito desesperador. Quem já passou por isso entende bem a angústia da personagem vivida por Mônica Martelli. E sabe o que essa pressa gera? Casamentos nascidos fadados ao fracasso simplesmente pelo ...